sexta-feira, 12 de março de 2010

Nossas portas



Às vezes a mesma chave abre as nossas portas,
Te fiz um mapa
e ainda não encontrastes embaixo do tapete...


Raiana Reis

8 comentários:

Jaime Guimarães disse...

Tortuosos, às vezes, são alguns caminhos. Mesmo com o mapa, até chegar ao tapete pode demorar um pouquinho...o importante é que chegue e esteja com a chave certa.

Beijo, moça!


PS: será que esse comentário é ao menos aceitável? rs

12/3/10 13:12
Betty Gaeta disse...

Tipo hakai!!! É o primeiro blog que encontro neste gênero, trabalhando com textos curtos por aqui. Gostei.

12/3/10 22:04
Fundição de Alumínio disse...

ao teu encontro não me preocupo se a chave não encontro...
entro de espanto,invado,meto o pé na porta...
pois para mim,sem vc, nada faz sentido...
estar ao seu lado é o que me importa

12/3/10 22:19
scriptmanent disse...

Com poucas palavras mandou muito bem o recado!! Adoreii!

Obrigada pela adorável visita!!

Mil beijinhos

Branca

PS.: Vou dar mais uma explorada pro aki.rs

12/3/10 22:27
rhaíssa disse...

Misterioso... Não tenho o que comentar, suas palavras ofuscaram as minhas... =/

Beijos

12/3/10 22:51
Rebeca disse...

Gostei! Tanto q nem sei como comentar, não encontro as palavras pra verbalizar. rsrs.

Beijo! ;)

13/3/10 01:15
Fabrício Santiago disse...

Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Fabrício e cheguei até vc através do blog Fabrício Carpinejar. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir meu blog Narroterapia. Eu sei que é um abuso da minha parte te mandar essa propagando control c control v, mas sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas no blog do meu xará, inclusive é seguidor do meu blog, claro que ela faz isso mais por gentileza do que pela qualidade do meu texto, mas estou me aprimorando, e com os comentários sinceros posso me nortear melhor. Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs



Narroterapia:

Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.


Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.


Abraços

http://narroterapia.blogspot.com/

14/3/10 17:00
Fábio Flora disse...

Às vezes demoramos a achar a chave embaixo do tapete. Obrigado pela visita ao Ultramuito. Se demos um "calote", foi realmente sem querer querendo. Sorry! Fernanda e eu sempre comentamos no blog anterior. Abraços e sucesso!

22/3/10 21:02
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