Como se aninhasse ao meu lado inesperadamente na madrugada, ele encosta-se puxando o lençol no egoísmo de provocar-me o frio do corpo quase nu, De uma nudez em várias faces, levanto-me no piloto automático e apesar de não ser visto, seu beijo sela a minha boca, os ruídos ficam só por dentro. Hoje sou senhora do Silêncio, me chame só quando se ausentar, Ou seja de braços fortes, me tome como sua para que o afaste de mim...
Um comentário:
Me lembrou um conto daquela escritora pouco conhecida, uma tal Clarice sei-lá-o-que...hehehehe
Sonho bom?
Bj!
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